‘Crime Continuado: Lembrança Permanente’. Esse é o tema da 7ª edição da Marcha do Silêncio, que acontecerá na próxima quarta-feira (1º), na Praça da Piedade, em Salvador. Promovida pelo Grupo Tortura Nunca Mais e movimentos sociais parceiros, com o apoio da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, o ato integra uma agenda de ações para relembrar a luta contra a Ditadura Militar (1964-1985), considerado um dos períodos mais sombrios da história do país. A marcha convoca a sociedade a clamar por justiça e reparação, sem anistia para os envolvidos em crimes políticos, ocorridos na ditadura militar, e que ainda não tiveram os processos penais julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
A Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH) é uma das instituições de governo que participa dos atos político-culturais, cujas ações visam provocar reflexões sobre os horrores do regime militar, honrar a memória dos mortos e desaparecidos e reafirmar o compromisso com a construção de uma sociedade justa e democrática. Também apoiam as Secretarias da Educação (SEC), das Relações Institucionais (Serin) e da Cultura (Secult).
A concentração está prevista para às 15h30, na Praça da Piedade, que contará com diversas apresentações artísticas e a presença de autoridades. A caminhada sairá às 17h, em direção ao “Monumento aos Mortos e Desaparecidos Baianos”, no Campo da Pólvora. No local, parentes, amigos, ex-companheiros, militantes e ativistas dos direitos humanos fazem uma homenagem aos 32 baianos desaparecidos durante o regime militar que durou 21 anos (1964-1985). A Marcha do Silêncio busca reafirmar o compromisso com a memória, a verdade e a justiça, garantindo a não repetição das graves violações de direitos humanos cometidas pela ditadura no Brasil.
Ato de entrega das Certidões de Óbito Retificadas de pessoas mortas e desaparecidas
Na terça-feira (31), o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e a Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) realizam a entrega das Certidões de Óbito Retificadas de pessoas mortas e desaparecidas políticas da ditadura militar brasileira. O ato acontece às 17h, no Salão Nobre da Reitoria da Universidade Federal da Bahia (UFBA), no Canela.
Pela manhã, na terça-feira, às 9h30, está programada a visita ao Forte do Barbalho, com a presença de representantes do MDHC, da Comissão e da SJDH. Construído na época do Brasil Colonial, o Forte serviu de cárcere privado para militantes que se opuseram ao regime e lutaram pela liberdade.
Juventude e Memória
Debates e mobilizações, especialmente voltadas para a juventude e a comunidade escolar, foram realizados neste mês de março, visando ampliar o olhar em defesa da memória e da verdade. Duas escolas da rede estadual (Central e Úrsula Catharino), localizadas no centro de Salvador, receberam palestras com o tema, destacando a importância de preservar a história e formação em direitos humanos.
Fonte: Ascom/SJDH
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